e se eu nao existir

querer tar a onde nao estou, falar com quem nao falei , esta forma de ser que faz com que nao esteja em lado nenhum. não me revejo em mim, mesmo lutando para ser eu mesmo, numa corda com espinhos, a cada tentativa de subir, uma mão rasgada cheia de nada, mais valia nao ser nada relativamente ou que tento ser, finalmente o que é o fim é mesmo nada. de e para quando é uma expectativa que me amarra, não quero viver no fim, mas e o agora porque se transforma numa prisão sem grades, com um pensamento confinado a estes palpitares do músculo cardíaco carregado de maus tratos, castigado a fazer grandes esforços para me manter vivo, alimentando a consciência de mim mesmo de dia para dia, mas e o momento, este agora, nao existe ja passou ficou gravado na memoria e nas letras que fazem palavras, para tentar descrever o quanto es miserável com o teu pro pio corpo.


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